As Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs) foram destaque no Espaço Brasil nesta sexta-feira (27), durante a COP15, em Campo Grande. O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) destacou o papel dessas áreas na conservação da biodiversidade.
As RPPNs funcionam como corredores ecológicos em propriedades privadas, garantindo abrigo e deslocamento de espécies migratórias, endêmicas e ameaçadas.
“O papel do ministério é pensar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC) de forma estratégica e integrada a fim de garantir que a conservação aconteça de forma efetiva por meio da conectividade entre áreas públicas e privadas”, destacou o diretor do Departamento de Áreas Protegidas do MMA, Pedro da Cunha e Menezes.
Papel dos proprietários rurais
O Brasil possui mais de 1,9 mil RPPNs, que somam cerca de 837 mil hectares protegidos.
Durante o debate, foi reforçada a importância dos proprietários rurais na conservação ambiental. Ao criar uma RPPN, o dono da área garante proteção permanente e contribui para a formação de corredores ecológicos.
Integração na conservação
As RPPNs fazem parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), que reúne áreas públicas e privadas destinadas à proteção ambiental no país.
O tema ganhou destaque na COP15 como estratégia para ampliar a conectividade entre habitats e fortalecer a preservação da biodiversidade nas Américas.
Da Redação
Foto: Assessoria