Mãe solo e moradora do Danúbio Azul, em Campo Grande, Kelly Varandas conta que o Mais Social ajudou a reorganizar a rotina com o filho de 5 anos.
Antes, ela fazia diárias e precisava recorrer à família ou a outras pessoas para cuidar do menino. Com os R$ 450 mensais do programa, passou a trabalhar em casa com venda de lingerie e semijoias e conseguiu reduzir as atividades fora de casa.
“Ele me ajuda bastante na compra do mês, consigo dar conta de comprar as coisas do meu filho. Me ajudou bastante a parar um pouquinho com as diárias”, contou.
O Mais Social está presente nos 79 municípios e pode ser utilizado na compra de alimentos, gás de cozinha e produtos de higiene e limpeza.
Kelly relatou sua experiência durante encontro realizado nesta quinta-feira (24), em Campo Grande, com a presença do governador Eduardo Riedel, candidato à reeleição.
No evento, Riedel afirmou que a política de assistência deve estar associada a ações de educação, qualificação e geração de emprego.
Segundo dados apresentados pelo governo, quase 49 mil famílias foram atendidas pelo Mais Social entre janeiro e julho de 2026. A gestão também informa que mais de 28 mil pessoas deixaram o programa desde 2023 após melhora nas condições de renda. BataNews
Para Kelly, o impacto aparece principalmente na possibilidade de conciliar renda e maternidade.
“Com o benefício, consegui me organizar melhor e ter uma qualidade de vida melhor pro meu filho”, afirmou.
Da Redação
Foto: Assessoria