21 de Ago, 2026
Coxim registra mais de 33 mil ovos do Aedes em armadilhas no primeiro quadrimestre
21 de Ago, 2026

A Coordenadoria de Controle de Vetores de Coxim apresentou, nesta quinta-feira (20), o balanço das ações realizadas entre janeiro e abril de 2026 no combate ao Aedes aegypti e outras doenças transmitidas por vetores.

No primeiro quadrimestre, o município manteve 137 ovitrampas ativas por mês e analisou 33.374 ovos do mosquito em laboratório. As armadilhas são instaladas em imóveis para indicar áreas com maior presença do Aedes e orientar ações de controle.

Segundo a Prefeitura, Coxim está há mais de cinco anos sem registrar epidemias de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.

Mais de 13 mil imóveis foram vistoriados

Ao longo do período, 23 profissionais participaram das ações de campo.

Foram realizadas 13.780 visitas a residências e estabelecimentos, além de 248 inspeções em pontos considerados estratégicos, como ferros-velhos, oficinas e outros locais com maior risco de proliferação do mosquito.

A equipe também realizou 25 operações de bloqueio químico com equipamento UBV costal em 150 quarteirões, alcançando cerca de 4 mil imóveis.

De acordo com o balanço, 296 notificações foram emitidas e toda a demanda de recolhimento de pneus registrada no período foi atendida.

Município diz ter contido avanço da chikungunya

O coordenador do setor, Joelson Mariano, afirmou que o monitoramento por armadilhas e as ações de bloqueio foram usados para evitar uma disseminação maior das arboviroses.

Segundo ele, havia uma projeção de risco de até 2 mil contaminações por chikungunya em Coxim, mas foram registrados 50 casos.

“Não é sorte, é trabalho técnico e correção diária de falhas. São cinco a seis anos sem sobrecarregar o sistema de saúde graças ao esforço diário dos nossos agentes na rua”, afirmou.

O material divulgado pela Prefeitura não detalha a metodologia utilizada para chegar à projeção de 2 mil casos.

Meta é ampliar visitas no segundo quadrimestre

Para o segundo quadrimestre de 2026, a Coordenadoria de Controle de Vetores pretende ampliar a cobertura das ações.

A meta informada é chegar a 15.360 visitas domiciliares por ciclo.

O planejamento também prevê a continuidade de ações contra escorpiões, barbeiros — transmissores da doença de Chagas — e medidas de controle da leishmaniose visceral.

Da Redação
Foto: Assessoria




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