Equipes da Prefeitura de Caarapó voltaram a realizar, nesta semana, a limpeza da Rua Maranhão, um dos pontos que registram descarte irregular de lixo e entulhos no município.
A ação foi executada pela Secretaria Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Econômico, por meio do Departamento de Meio Ambiente, em parceria com a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura.
Durante o trabalho, os servidores encontraram grande quantidade de resíduos espalhados pelo local. Também foram recolhidos cinco cães mortos, situação que chamou a atenção das equipes e reforçou a gravidade do descarte inadequado em áreas públicas.
Segundo a Prefeitura, o problema é recorrente. Mesmo após ações de limpeza, alguns pontos voltam a receber lixo doméstico, restos de construção, móveis velhos, galhos, podas e outros materiais descartados de forma irregular.
Descarte irregular prejudica limpeza urbana
A administração municipal afirma que mantém equipes atuando em ruas, canteiros centrais e áreas públicas, mas o descarte irregular compromete os resultados e aumenta a demanda por novos serviços.
Além de prejudicar a paisagem urbana, o acúmulo de lixo pode favorecer a proliferação de insetos, animais peçonhentos e criadouros do mosquito da dengue, além de representar risco à saúde pública.
Nas redes sociais, moradores também têm cobrado mais responsabilidade de pessoas que usam vias públicas, terrenos baldios e áreas verdes como pontos de descarte.
Terrenos baldios devem ser mantidos limpos
A Prefeitura reforça que proprietários de terrenos baldios têm obrigação legal de manter os imóveis limpos e conservados.
Áreas com mato alto e acúmulo de lixo aumentam o risco de incêndios, atraem animais nocivos e favorecem criadouros de mosquitos. A legislação municipal prevê multa para proprietários que deixam terrenos em situação de abandono, após os procedimentos administrativos previstos em lei.
A administração orienta os moradores a fazerem o descarte correto dos resíduos e a denunciarem casos de descarte irregular.
Segundo o município, a limpeza urbana depende do trabalho do poder público, mas também da colaboração da população para preservar os espaços coletivos.
Da Redação
Foto: Assessoria